Centro de Massagens em Lisboa

 
Centro no Restelo
 Gabinetes em Sintra e Almada
 Hidrocólon e Cavitação em Carnaxide

também com domicílios e massagens em empresas em

Lisboa, Sintra, Amadora, Oeiras, Cascais, Almada, Caparica, Seixal
  Sintra
              lugares de interesse, história, links




 
Lugares de Interesse em Sintra História de Sintra

Palácio da Pena
Castelo dos Mouros
Palácio e Quinta da Regaleira
Convento dos Capuchos
Parque da Pena
Peninha
Palácio de Monserrate

Palácio / Paço da Vila
Vila de Sintra
Cabo da Roca
Sintra Pré-Histórica
Sintra Árabe
Sintra Romana
Sintra Medieval (cronologia)
Sintra e o Romantismo
Brasão de Armas de Sintra

   
Localidades nas proximidades de Sintra   Parque da Pena

Cascais
Ericeira
Mafra

Santa Cruz / Torres Vedras
Lisboa
Azenhas do Mar
Praia das Maçãs
Praia da Adraga

Praia da Aguda
Praia Grande

Horta dos Frades ou Jardim da Rainha
Picadeiro
Alto de Santo António
Gigante

Cruz Alta
Alto de Santa Catarina

Gruta do Monge
Feteira da Rainha

Fonte dos Passarinhos
Tanque dos Frades

Vale dos Lagos
   
   


   
   
   

Poço da Regaleira
O Palácio da Regaleira é o edifício principal da quinta mais comummente conhecida por Quinta da Regaleira. É também conhecida como "Palácio do Monteiro dos Milhões", alcunha do seu criador.O palácio fica situado nas colinas do histórico centro da Vila de Sintra, e está classificado pela UNESCO como Património da Humanidade.Carvalho Monteiro, com a assistência do arquitecto italiano Luigi Manini, desenhou esta quinta de 4 hectares com um palácio, luxuosos jardins, lagos, grutas, e edifícios enigmáticos, crendo-se que escondiam símbolos relacionados com a alquimia, maçonaria, os cavaleiros templários, e rosacruz. A arquitectura da quinta evoca estilos de arquitectura romanos, góticos, renascentistas, e manuelinos.

origem da informação: *    + info: Wikipédia Quinta da Regaleira    Topo topo da página
"...sobranceiros a estes rochedos, surgem as varandinhas, constituídas por curiosos socalcos, donde se pode disfrutar o admirável espectáculo do bater do mar nas rochas, o farol do Cabo Carvoeiro, as Berlengas e a vila de Peniche, em dias de atmosfera límpida."

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Sendo conhecida pelo seu sumptuoso Convento de Mafra, com um estilo barroco que o torna um destino turístico na região de Lisboa, e reminiscente do Convento El Escorial em Espanha, inspirou também o Prémio Nobel da literatura portuguesa, José Saramago, na sua obra "Memorial do Convento". Outros pontos de interesse ao pé da cidade são a Tapada Nacional de Mafra, bem como a vida selvagem presente na sua reserva.

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Mafra
 
A Ericeira é uma Freguesia do Concelho de Mafra, sita na costa oeste portuguesa, a cerca de 35 quilómetros a norte de Lisboa. O seu nome advém de "ouriceira", que deriva de "ouriço do mar".

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"Em 1755, o grande terramoto de Lisboa destruiu uma grande porção da vila. Em 1774, o Marquês de Pombal, primeiro ministro do rei D. José I, tomou medidas de protecção relativamente ao vinho de Carcavelos, e estabeleceu a Real Fábrica de Lanifícios na vila, que existiu até ao século IXX . Durante a invasão francesa pelas tropas napoleónicas. em 1807, a cidadela de Cascais foi ocupada pelos franceses, com o General Junot a ficar durante algum tempo na vila."

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Cabo da Roca
"O Cabo da Roca é o cabo que forma o ponto mais a oeste do continente europeu. Era referido pelos romanos como 'Promontorium Magnum', e durante a época das descobertas como 'a Rocha de Lisboa'. O poeta Luís de Camões descreveu o Cabo da Roca como o local "onde a terra acaba e o mar começa". É comparável ao Cabo Finisterre (literalmente "fim da terra") em Espanha, ao Cabo Finistère (literalmente "fim da terra") em França, e ao Land's End (literalmente "fim da terra") no Reino Unido."

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Vila de Sintra
"A vila já tinha sido referida no século XI pelo geógrafo árabe Al-Bacr e mais tarde pelos poetas Luís Vaz de Camões e por Lorde Byron (Childe Harold's Pilgrimage - 1809). Os mouros construiram o castelo no século VIII ou IX. Quando D. Afonso Henriques, com a ajuda dos cruzados reconquistou Sintra em 1147, uma grande parte do castelo foi destruída, tendo ficado apenas quatro torres, as ameias, e a capela de estilo romanesco. Em 1493, Cristóvão Colombo ao navegar para Espanha, foi atirado para fora da sua rota por fortes ventos, e temendo a sobrevivência da sua nau, avistou o Cabo da Roca, e apesar do embaraço, decidiu mesmo procurar abrigo no porto de Lisboa. Em 1507, Diogo Boitac construiu o mosteiro hieronimita da Nossa Senhora da Pena na Peninha. Em 1527 o rei D. Manuel I entregou a cargo de Nicolau Chanterene o trabalho do largo altar de mármore alabastro da capela. Este retábulo é o seu mais exemplar trabalho. Em 1808, foi o local da controversa Convenção de Sintra, que colocou término à primeira invasão francesa em solo português." 

origem da informação: *    + info: Wikipédia Sintra / CMS / UNESCO    Topo topo da página
Palácio da Vila (Paço da Vila)
"...localizado no sopé da serra, foi a residência dos regedores mouros da região. No século XII, quando a vila foi conquistada por D. Afonso Henriques, o rei tomou o palácio para sua residência. Uma mistura de estilos gótico, manuelino, e mouro, são contudo resultado das campanhas de reconstrução dos séculos XV e XVI."
Palácio de Monserrate
"O Palácio de Monserrate é um palácio inserido no Parque de Monserrate situado em São Martinho, Sintra, distrito de Lisboa, Portugal. O palácio foi projectado pelo arquitecto James Knowles e construído em 1858, por ordem de Sir Francis Cook, visconde de Monserrate, enquanto a elaboração dos jardins foi entregue ao pintor William Stockdale, ao botânico William Nevill, e a James Burt, mestre jardineiro. É um exemplar sugestivo do Romantismo português, ao lado de outros palácios na região, como o Palácio da Pena. Durante a década de 1920, o palácio seria posto à venda, acabando por ser adquirido pelo Estado em 1949. Nos jardins deste Palácio podem ver-se vários exemplares botânicos. Actualmente encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1978."

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Peninha - Palácio da Pena
"Situada em plena Serra de Sintra, o acesso faz-se através da Estrada da Pena, que leva até ao Palácio Nacional da Pena. Este monumento foi erguido no século XIV, mas ganha destaque um pouco mais tarde, com o ermitão frei Pedro da Conceição. Apresenta uma arquitectura de influência barroca, de que se destacam os maravilhosos painéis de azulejos, que retratam cenas da vida da Virgem. As visitas à ermida devem ser marcadas previamente, no edifício do Turismo de Sintra."

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Parque da Pena - Fonte dos Passarinhos

"...o mosteiro e a mata circundante foram vendidos, em hasta pública, a D. Fernando de Saxe-Coburgo Gotha, rei consorte de D. Maria II (r.1834-1853).
Inicialmente, o rei pensou apenas em restaurar o velho cenóbio. Mais tarde, muda de ideias e, por volta de 1840, encomenda ao Barão de Eschwege, arquitecto militar da Renânia, que trabalhava em Portugal como engenheiro de minas, um projecto para um "Palácio Novo". Conservando os claustros, a capela quinhentista e alguns anexos, Eschwege desenha um palácio com constantes referências arquitectónicas de influência manuelina e mourisca. O resultado foi descrito por Richard Strauss, aquando da sua visita a Sintra: "Hoje é o dia mais feliz da minha vida. Conheço a Itália, a Sicília, a Grécia e o Egipto e nunca vi nada que valha a Pena. É a coisa mais bela que tenho visto. Este é o verdadeiro jardim de Klingsor - e, lá no alto, está o castelo do Santo Graal".




Pontos notáveis do Parque da Pena


Horta dos Frades ou Jardim da Rainha

O nome deve-se ao facto de ser esta a localização da primitiva horta dos frades que habitavam o mosteiro no século XVI. Actualmente toma a designação de Jardim da Rainha, por se supor ter sido mais tarde construído para a rainha D. Amélia.

Picadeiro

O picadeiro serviu para as lições de equitação dos príncipes, para garraiadas e como local onde se guardavam os coches. À sua volta existiam magníficas sequóias vindas da América do Norte, que o ciclone de 1941 viria a destruir. Felizmente, foram poupadas as magnólias que nos oferecem um espectáculo magnífico na época de floração.

Alto de Santo António

O seu nome deve-se a uma capela circular que aí existia dedicada a Santo António, pertencente ao antigo mosteiro jerónimo. No local foi construído, segundo um projecto do pai de D. Fernando II, o Templo das Colunas, miradouro, hoje envolvido pela densa vegetação do parque e de onde se podia desfrutar uma das mais belas vistas sobre o Palácio.

Gigante

No alto do aglomerado de rochedos encontra-se a estátua do Gigante, assim chamada pela sua estatura, estando localizada no penedo da Tapada do Ferreira, a cerca de 490 metros de altitude.

Cruz Alta

É o ponto mais alto da serra de Sintra, atingindo os 529 metros de altitude. O seu nome deve-se a uma cruz que lá foi colocada no século XVI, por ordem de D. João III. Esta cruz, em pedra e com uma estrutura interna de ferro foi atingida várias vezes por relâmpagos, acabando por ser destruída.

Alto de Santa Catarina

Este seria o miradouro preferido da rainha D. Amélia, mulher do rei D. Carlos I. Por esse motivo, o banco que aqui se encontra talhado na rocha granítica é chamado o "Banco da Rainha". Daqui é possível avistar o Palácio e a copa das árvores. As espécies que enquadram este miradouro são, na sua maioria, carvalhos (carvalho-negral), parte importante da floresta primitiva da serra.

Gruta do Monge

Ainda no tempo do mosteiro, este foi um dos locais utilizados pelos frades Jerónimos como local de meditação e recolhimento.

Feteira da Rainha

A este vale terá sido dado o nome de Feteira da Rainha em homenagem à rainha D. Amélia. A feteira é constituída por uma colecção de fetos, alguns originários da Austrália e da Nova Zelândia, a que se juntaram castanheiros autóctones, faias e carvalhos que coexistem com os rododendros asiáticos, camélias e bordos do Japão, bem como uma túia gigante, oriunda da América do Norte.

Fonte dos Passarinhos

Pavilhão erigido em 1853, inspirado na cultura árabe. De base octogonal, encimado por uma cúpula esférica, apresenta uma inscrição em árabe, na qual se alude à grandiosidade da obra de D. Fernando, comparando-a à de D. Manuel I. Os azulejos e diversos elementos decorativos neo-mouriscos, pontuam o parque de elementos exóticos e orientalizantes, próprios da gramática decorativa do Romantismo.

Tanque dos Frades

Localizado no topo do Jardim das Camélias, é um dos raros vestígios do tempo dos frades. O Jardim das Camélias, que oferece um espectáculo de formas, de cor e de texturas na época de floração, consiste numa extraordinária colecção de diferentes variedades desta espécie e é, também, um dos poucos jardins formais de todo o Parque.

Vale dos Lagos

Aproveitando as linhas de água de todo o Parque que confluem para este vale, criaram-se aqui cinco lagos, rodeados por fetos arbóreos e árvores de grande porte. Destacam-se o Lago de São Martinho, com uma pateira em forma de torre medieval, e o Lago do Pesqueiro, onde se conta que o rei D. Carlos pescava carpas.



origem da informação: **    + info: Empresa Parques de Sintra    Topo topo da página
Convento dos Capuchos
O Convento dos Capuchos foi mandado construir em 1560 por D. Álvaro de Castro, conselheiro de Estado de D. Sebastião (r.1568-1577) e vedor da Fazenda, em resultado do cumprimento de um voto de seu pai, D. João de Castro, quarto vice-rei da Índia.
A dimensão reduzida das celas e do dormitório, revestidos a cortiça, e a capela cuja abóbada se forma na própria rocha, levaram William Beckford, a escrever sobre o convento, que visitou em 1787, "...seguimos durante várias milhas um atalho estreito sobre uma colina selvagem e deserta que nos levou ao Convento dos Capuchos, que à primeira vista corresponde à imagem que se tem da morada de Robinson Crusoé" (William Beckford e Portugal. A viagem de uma paixão. Catálogo de Exposição. Palácio Nacional de Queluz, 1987, p. 159).

origem da informação: **   + info: Empresa Parques de Sintra  / IPPAR    Topo topo da página
Palácio da Pena
"No século XVI, D. Manuel I mandou construir o convento de madeira para a Ordem de São Jerónimo, substituindo-o ligeiramente mais tarde por um de cantaria para 18 monges. No século XVIII, um raio destruiu parte da torre, capela e sacristia. Isto ocorreu pouco antes do fatídico terramoto de 1755, que deixou o convento em plena ruína. O Terramoto de 1755 devastou Lisboa e os arredores e o mosteiro ou Convento da Pena caiu em ruínas. Apenas a Capela, na zona do altar-mor, com o magnífico retábulo em mármore e alabastro atribuído a Nicolau de Chanterenne, permaneceu intacta.As ruínas, no topo escarpado da Serra de Sintra, maravilharam o jovem príncipe D. Fernando. Em 1838, decidiu adquirir o velho convento, a cerca envolvente, o Castelo dos Mouros e quintas e matas circundantes. Logo se tornaria um «alto-lugar» do romantismo europeu. O monumento atual foi mandado edificar por D. Fernando de Saxe Coburgo-Gotha, casado com a Rainha Maria II em 1836."
 
"Quase todo o Palácio assenta em enormes rochedos, e a mistura de estilos que ostenta (neo-gótico, neo-manuelino, neo-islâmico, neo-renascentista, com outras sugestões artísticas como a indiana) é verdadeiramente intencional, na medida em que a mentalidade romântica do século XIX dedicava um fascínio invulgar ao exotismo."

origem da informação - *    + info: Wikipédia Palácio da Pena  / IPPAR      Topo topo da página
Castelo dos Mouros
A "Quando da Invasão muçulmana da Península Ibérica, a partir do século VIII, a região de Sintra foi ocupada, tendo a sua povoação recebido o nome de as-Shantara. Os estudiosos são acordes em afirmar que foram eles os responsáveis pela primitiva fortificação da penedia, entre o século VIII e o IX, com a finalidade de controlar estrategicamente as vias terrestres que ligavam Sintra a Mafra, Cascais e Lisboa."

"O destino de Sintra manteve-se aliado ao de Lisboa, que viria a ser reconquistada pelas forças de Afonso VI, para voltar ao domínio muçulmano em 1095, até cair definitivamente, diante das forças de D. Afonso Henriques (1112-1185) em 1147. Visando o seu repovoamento e defesa, o soberano outorgou Carta de Foral a Sintra em 1154, quando terá determinado reparos nas suas defesas, dotando-a de uma Igreja (Igreja de São Pedro de Canaferrim)." "Posteriormente, diversos soberanos portugueses elegeram Sintra para sua estadia, demorando-se no Paço Régio, construído para esse fim e sucessivamente ampliado e melhorado ao longo dos séculos (Palácio Nacional de Sintra), tendo a povoação se desenvolvido em torno deste novo núcleo. O castelo manteve-se, por essa razão em segundo plano, entrando em decadência, principalmente após o século XV, face à expulsão dos judeus do país, então os seus únicos habitantes. No século XVI encontrava-se desabitado. A queda de um raio causou-lhe danos à Torre de Menagem (1636), danos grandemente aumentados pelo terramoto de 1755.".

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Lisboa estava sob domínio romano desde 205 AC; Júlio César considera-a município romano (uma honra para os povos não itálicos) e atribui-lhe o nome de Felicitas Julia. Governada por uma série de tribos germânicas desde o século V, foi capturada pelos mouros no século VIII. Em 1147, os cruzados sob ordens de D. Afonso Henriques reconquistam a cidade para os cristãos, e desde então tem sido o centro político, económico, e cultural de Portugal. Diferentemente de outras capitais mundiais, o status de capital de Portugal nunca foi conferido ou confirmado oficialmente, estatutado de forma escrita. A sua posição foi assim formada através da convenção constitucional, marcando assim a sua posição de facto como capital na Constituição Portuguesa.

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Lisboa
 
Azenhas do Mar
Praia das Maçãs
Praia da Adraga
Praia Grande
Praia da Aguda
Sintra






"Os vestígios pré-históricos da região de Sintra datam sobretudo do final do Neolítico, entre 4000 e 3000 a.C., correspondendo à chamada Idade do Cobre ou Calcolítico. Entre esses vestígios, alguns (poucos) bem conservados, muitos em avançado estado de degradação e outros simplesmente desaparecidos, contam-se alguns povoados, um conjunto de menires e numerosos monumentos funerários. embora muitos monumentos pré-históricos de Sintra se possam revelar uma desilusão em termos de visitas de estudo, o seu espólio pode ser sempre apreciado no Museu Regional de Sintra, no Museu dos Serviços Geológicos de Portugal e no Museu Nacional de Arqueologia e Etnologia em Belém."    



Alguns desses monumentos presentes na região de Sintra são:

Anta da Estria
Anta da Pedra dos Mouros
Anta de Adrenunes
Anta de Agualva
Anta do Monte Abraão
Castro de  Olelas
Dólmen da Pedra Erguida
Estação de Negrais
Estação da Penha Verde
Galeria de Carenque
Gravuras do Magoito
Menires da Barreira
Monumento da Bela Vista
Necrópole de São Martinho
Povoado de Catribana
Povoado de Santa Eufémia
Tholos da Praia das Maçãs
Tholos do Monge 






"A conquista da Península Ibérica pelos muçulmanos iniciou-se no ano 711 (93 no calendário muçulmano), sob o comando do berbere liberto Tariq Ziyad, e três anos depois estava dominada quase na totalidade. Sintra, situada no território do Garb-al-Andaluz, dependia de Lisboa, que era já um dos principais centros urbanos do Ocidente da Península (teria uma população a rondar os 50.000 habitantes). Sintra era na altura uma espécie de horta de Lisboa, famosa sobretudo pelos seus frutos.
É com os muçulmanos que nos aparecem as primeiras referências documentais à vila de Sintra, como o atestam as belas e nitidamente fantasiosas descrições que os autores árabes dela fizeram: "(Sintra é) uma das vilas que dependem de Lisboa no Andaluz, nas proximidades do mar. Está permanentemente mergulhada numa bruma que se não dissipa. O seu clima é são e os habitantes vivem logo tempo. Tem dois castelos que são de extrema solidez. A vila está a cerca de uma milha do mar. Há aí um curso de água que se lança no mar e serve para a rega das hortas. A região de Sintra é uma das regiões onde as maçãs são mais abundantes. Esses frutos atingiam tal espessura, que alguns chegam a ter quatro palmos de circunferência. Acontece o mesmo com as peras. Na serra de Sintra crescem violetas selvagens. Da costa vizinha extrai-se âmbar excelente." - Ibne Abde Al-Mumine Al-Himiari"


Lugares a visitar:

Castelo
Cisterna
Palácio da Vila


Topónimos de origem árabe (aqueles que possuem raiz árabe e que permaneceram com pequenas alterações desse radical):

Albarraque (Albarrak = "o brilhante" ou, para outros autores al-barraque, plural de al-barca = "solo duro"); br> Alcainça (al-kaniça = "a igreja");  
Alcoruim ou Alcorvim (al-cairuáne = "o caimão");
Alfaquiques (alfaqueques, cargo muçulmano que designava o indivíduo que resgatava prisioneiros );
Alfouvar ( al-fauwara = "o bolhão");
Algueirão (al-guerame = "a gruta");
Almargem ( al-marge = "o prado"); 
Arrabalde (arabáde = "os subúrbios" ); 
Assafora (assahra =  "Campina") 
Azenha (aççania, isto é, "a nora"); 
Azoia (az-zavia = "o mosteiro"); 
Cacém (cacéme = "o que divide" ); 
Moçaravia (muçtarabe = "aquele que se tornou árabe"); 
Queluz ( qá-luz = "vale da amendoeira");
Mucifal ( maçfal = "o lugar que está em baixo");
Massamá (maçama = "o que está alto"); 
Meleças ( meliça = "o vazio");
Almoçageme (al-mesjide = "a mesquita") 







"Corria o ano de 218 a. C. quando Cneio Cornélio Cipião desembarcou em Emporion à frente de um poderoso exército romano. No ano seguinte, o seu irmão Públio Cipião juntou-se-lhe para partilhar o comando das forças militares romanas na Península Ibérica. A chegada dos romanos não correspondeu, numa primeira fase, a uma intenção conquistadora, mas a uma manobra táctica no quadro da II Guerra Púnica, procurando atacar os cartagineses pela retaguarda e expulsá-los do território itálico.
Após a derrota de Aníbal, esta ocupação essencialmente militar e limitada ao sudeste da península começa a ceder lugar às primeiras tentativas de administração efectiva do território, acompanhadas da progressão para norte e ocidente. Registam-se então os primeiros confrontos entre romanos e lusitanos, estes comandado por Viriato, que opôs grande resistência ao todo-poderoso exército romano. A morte do carismático chefe lusitano abriu as portas à ocupação do extremo ocidental da Hispânia. A primeira grande campanha militar no que é actualmente o território português ocorreu no ano 138 a. C. e foi comandada por Décio Júnio Bruto. Sabemos por Estrabão que o general romano estabeleceu o seu quartel-general junto à cidade de Morón (local ainda não identificado, que se situaria a cerca de 100 km da foz do Tejo e que alguns julgam tratar-se de Santarém), no vale do Tejo, e fortificou Olissipo. A cidade que viria a tornar-se a capital de Portugal era de vital importância estratégica, controlando a entrada no Tejo e funcionando ainda como entreposto para abastecimento por via marítima dos exércitos em campanha.
Podemos pois com alguma certeza apontar o ano de 138 a. C. como o ano de chegada dos romanos à região de Sintra. Integrada no então denominado Município Olisiponense, a região sintrense ocuparia um território limitado a norte pela foz da Ribeira de Ilhas, a sul pelo Cabo da Roca e prolongando-se a leste por Almargem do Bispo e Negrais (ver mapa). É a região que Cardim Ribeiro, especialista em romanidade sintrense, denomina como zona W do Município Olisiponense.
Esta vasta região, que como podemos constatar ultrapassa os actuais limites do município sintrense, era, para os padrões da época, densamente povoada - são cerca de meia centena os locais até hoje descobertos com vestígios arqueológicos da época romana – e pautada por múltiplas villae de tipo latifundiário. A economia era essencialmente rural, revestido-se contudo de grande importância a exploração das ricas pedreiras de mármore que ainda hoje existem no concelho. Dada a primitiva navegabilidade do rio Lisandro, pelo menos até Cheleiros, que permitia a «exportação» do mármore via fluvial e marítima, as pedreiras contribuíram muito para o acentuado desenvolvimento sócio-económico da região.
Merece ainda uma especial menção a Serra de Sintra que, outrora como hoje, mais do que um mero acidente orográfico, se revestia de um profundo significado simbólico. É o Mons Sacer - Monte Sagrado -  a que se refere Varrão, constituindo toda ela território sagrado. Aí os romanos ergueram diversos templos e santuários, de que hoje nos restam apenas memórias,  consagrados ao Sol e à Lua, cultos que mais tarde seriam associados ao culto imperial."  


Lugares a visitar:

Odrinhas
Ponte e calçada de Catribana
Fontanário de Armés
Vila de Santo André
Barragem de Belas
 







"713 - Os mouros, que haviam derrotado D. Rodrigo, último rei godo, na batalha de Guadalete em 71, 1chegam, num surto rapidíssimo,  à região de Sintra em 713, comandados por Tarik ben Ziad.

1093 - D. Afonso VI de Leão e Castela conquista Sintra aos mouros, mas volta a perder a vila em pouco depois, por força da queda de Lisboa nas mãos dos Almorávidas.

1108 - O príncipe Sigurd, filho do rei Magnus da Noruega, de passagem em cruzada para a Terra Santa, desembarca na foz do rio das Maçãs e ataca o castelo de Sintra.

1109 - D. Henrique de Borgonha, senhor do Condado Portucalense e pai de D. Afonso Henriques, conquista de novo Sintra aos mouros, mantendo-se a vila, no entanto, por pouco tempo na posse dos cristãos.

1147 - Em consequência da queda de Lisboa, Sintra entrega-se às tropas de D. Afonso Henriques, sem guerra nem sangue. A vila passa, então, definitivamente para a posse dos cristãos.

1150 - Construção da primitiva igreja de S. Martinho.

1154 - D. Afonso Henriques funda o Município de Sintra, dando carta de foral aos trinta povoadores, "tanto da classe mais elevada como da inferior", que então habitavam o castelo. Este foral, cujo intuito principal é prover a que não faltem soldados nas terras que, pela sua posição, se reputam como mais importantes para a defesa e a continuidade da conquista do território, apresenta, contudo, para além do serviço militar, que é compensado com a isenção de impostos outorgados aos cavaleiros, um conjunto dos demais deveres e direitos colectivos fixados com cuidadosa minúcia. Com o seu juiz e o respectivo saião (executor de justiça), um e outro eleitos entre os habitantes pelos homens da vila, o foral fica sendo, com as demais cartas do seu tipo, o nexo que jurídica e administrativamente liga o incipiente município ao Poder central, consubstanciado no rei, e à "ordenação geral do reino".

1156/1157 - D. Afonso entrega à Ordem do Templo umas boas casas na vila de Sintra, e muitas outras propriedades na região, entre as quais se destaca a mata de Almosquer. Foi primeiro comendador de Sintra D. Gualdim Pais, grão-mestre da dita ordem.

1189 - D. Sancho I confirma o foral dado por D. Afonso Henriques.

1191 - D. Pero Dias, porta estandarte de D. Afonso Henriques, logo após a morte do monarca que sempre havia servido, pede a D. Sancho I para eremitar na Capela de São Saturnino, na serra de Sintra.

1255 - Carta de foro de reguengos em Colares, dada por D.Afonso III a Pedro Miguel e sua mulher. 

1261 - Sintra passa a possuir uma administração local constituída por um alcaide que representa a coroa, e por dois alvazis ou juízes eleitos pelo povo.

1261 - Sintra tem administração local com um alcaide e dois juízes eleitos pelo povo.

1267 - D. Afonso III doa os bens Templários a D. João Peres de Aboim.

1287 - A Vila passa para o senhorio das rainhas por doação de D. Dinis à rainha Santa Isabel, abrangendo ainda "todalas rendas e [...] todos direitos e [...] todas as pertenças que eu [o rei] hei [...] e devo haver de direito dessa vila e seu termo". A partir desta data, Sintra passa a pertencer à Casa da Rainha, à excepção de alguns curtos períodos.

1301 - D. Dinis manda edificar a igreja de S. Pedro.

1348 - Chega a Sintra a epidemia da peste negra que, graças ao clima húmido, se propaga rapidamente, fazendo um considerável número de mortos na região.

1383-1385 - Durante e crise de 1383-1385, é o senhor de Sintra D.Henrique Manuel de Vilhena, que toma o partido de Castela. O Mestre de Avis tenta conquistar a vila pelas armas, mas um forte temporal destroça as suas tropas. "E a primeira cousa que se ocupou depois que el-rei de Castela levantou o cerco, foi tomar os lugares dos arredores da cidade que tinha voz por Castela. E chegou à fala com alguns de Sintra, onde estava o conde D. Henrique Manuel por fronteiro, a cinco léguas da cidade, para que lhe dessem o castelo daquele lugar que é uma grande fortaleza num alto e fragoso monte, com a vila no sopé dele, sem nenhuma cerca que a possa defender."(Fernão Lopes, Crónica de D.João I)

1386 - D. João I inicia a campanha de obras no Paço Real da Vila orientadas pelo mestre João Garcia de Toledo. Finais século XIV - É fundado em Sintra, no lugar da Penha Longa, o primeiro mosteiro jerónimo em Portugal. Frei Vasco Martins, natural de Leiria, filho de D. Vasco Martins da Cunha e de D. Beatriz de Albergaria - fidalgos ilustres -, ainda jovem foi em peregrinação a Roma e ter-se-á alistado como discípulo de Tommasucio da Foligno e professado. De regresso a Portugal, procura um lugar solitário e encontra a Penha Longa. Quanto à data deste seu regresso, apenas podemos concluir que em 1390 é já Fr. Vasco Martins que está à frente do mosteiro. Existem algumas dúvidas quanto à fundação da Penha Longa, pois, embora o terreno tenha sido adquirido em 1390, no que foram outorgantes João Dominges, corrector, morador em Lisboa, com procuração de sua mulher Branca Afonso, e Vasco Martins "ermjtam de prove vjda", apenas terá sido concretizada dez anos mais tarde, quando pela bula Piis votis fidelium, de 1 de Abril de 1400, o papa Bonifácio IX autorizou a contrução de dois mosteiros.

1413 - D. João I recebe no Paço de Sintra dois embaixadores que enviou à Sicília com a aparente missão de assinarem um tratado comercial. Contudo, estes embaixadores tinham por missão efectiva aportarem em Ceuta e trazerem de lá um mapa com as defesas da cidade. Dá-se, então, o célebre episódio das favas e da areia, na Sala dos Infantes, hoje Sala dos Cisnes, e que tanta influência teve na decisão da conquista de Ceuta, primeira lança em África.

1429 - D. Isabel de Portugal, filha de D. João I, casa por procuração com Filipe, o Bom, de Bolonha. O casamento tem lugar no paço de Sintra para onde o duque envia uma numerosa embaixada em que se encontrava o pintor Van Eyck, que pinta o retrato da princesa. Também envia vários presentes, mas o que fica para a história de Sintra são dois cisnes brancos. Daí D. João I, que gosta muito de sua filha, mandar pintar no tecto de uma das salas 27 cisnes, tantos quanto casou.

1432-1481 - D. Afonso V nasce no Paço real de Sintra a 15 de Janeiro de 1432 e morre, no mesmo lugar, a 28 de Agosto de 1481. Três dias depois, é aclamado rei D. João II, no "Jogo da Pela" do dito palácio.

1493 - D. João II e D. Leonor permaneceram onze dias em novena junto da Ermida de Nossa Senhora da Pena, de 30 de Setembro a 10 de Outubro.

1499 - D. Manuel recebe, no Paço de Sintra, a notícia da descoberta do caminho marítimo para a Índia. Os ecos de uma lenda antiga contam-nos que, andando D. Manuel I a caçar no alto da serra e preocupado com novas da Índia, avistou, de um dos picos onde existia uma ermida dedicada a Nossa Senhora da Pena, a nau de Nicolau Coelho a entrar a barra do Tejo. E, pela graça concedida mandou erguer, em 1503, o Real Mosteiro de Nossa Senhora da Pena, confiando-o à Ordem de São Jerónimo.

1501 - Também no Paço de Sintra, D. Manuel recebe a notícia da chegada a Lisboa das naus de Pedro Álvares Cabral, a 31 de Julho, "que de sua vinda foi muito alegre que com alguma tristeza por acaso da gente que morrera nas naus que sossobraram" (Damião de Goes). Traz-lhe esta frota a nova do descobrimento de um novo império: o Brasil.

1503 - Primeira construção do Real Mosteiro de Nossa Senhora da Pena, quase todo em madeira. D. Manuel, que já havia fundado o de Belém, quis edificar aqui outro mosteiro ieronimita, "e mandando demolir o cume do penhasco em uma área de 315 palmos de sul a norte e 250 de nascente a poente, a 8 de Setembro de 1503 se deu princípio ao real edifício que se completou em oito anos" ("Memórias dos estudos em que se criarão os monges de S. Jerónimo", in Boletim da Biblioteca da Universidade de Coimbra, vol.6,pág.206").

1511 -  D. Manuel vendo que o alto da serra era assolado por grandes tempestades, manda reconstruir o cenóbio, desta feita já em alvenaria.


Lugares a visitar:

Palácio da Vila
Paço de Belas
Largo de Santa Maria
Largo de São Pedro de Penaferrim
Capela de São Lázaro
Capela de São Pedro
Convento da Trindade
Túmulo dos Dois Irmãos
Parte velha da Vila

 







Regaleira Romantismo"Em redor do centro histórico, Sintra oferece-nos o que de mais belo e significativo o movimento romântico criou. Se no alto da Serra o séc. XIX viu nascer o Palácio da Pena, fruto dos sonhos de um rei artista, D. Fernando, as faldas da montanha vão salpicar-se de magníficos chalets, de palacetes como o de Monserrate, de cariz orientalizante, envolvido na exuberância do seu parque exótico, verdadeiro museu botânico; de quintas senhoriais como a do Relógio, com o seu palácio neo-mourisco; ou a da Regaleira, a transportar-nos para o mundo dos símbolos iniciáticos. É, enfim, um brilhante ciclo revivalista que iria transformar, de uma forma marcante e sedutora, o tecido paisagístico de Sintra.

Mas, tal como a Natureza e os monumentos, Sintra possui outro tipo de património: as pessoas. Aquelas que lá nasceram e todas as outras, as que a descobriram e amaram. Seria tarefa árdua enumerar aqui todas as personalidades históricas ligadas a Sintra. Recordamos, apenas, os nomes de Lord Byron - que imortalizou a paisagem sintrense quando lhe chamou o «Glorioso Éden», na Peregrinação de Childe Harold -; William Beckford, os pintores Van Eyck e William Burnett; ou ainda Hans Christian Andersen, que comparava os bosques de Sintra aos da sua querida e longínqua Dinamarca.

Entre todas as personalidades que respiraram os ares de Sintra, uma houve que mudou o curso da História daquela vila: D. Fernando de Saxe Coburg-Gotha, príncipe da Baviera que casou com D. Maria II de Portugal, em 1836. Este homem, de vastíssima cultura e sensibilidade refinada, viria a edificar no alto da montanha o Palácio da Pena, brilhante e romântico, fantástico e sedutor. Outra grande figura do panorama cultural alemão e universal, Richard Strauss, ao visitar aquele palácio, deixou bem registada a sua perplexidade e admiração: «Hoje é o dia mais feliz da minha vida. Conheço a Itália, a Sicília, a Grécia e o Egipto, e nunca vi nada, nada, que valha a Pena. É a coisa mais bela que tenho visto. Este é o verdadeiro jardim de Klingsor - e, lá no alto, está o Castelo do Santo Graal.»

A importância de D. Fernando em relação a Sintra não se cinge, apenas, à construção do Palácio da Pena. Ele é também o principal responsável pela mudança de mentalidades, pela introdução de novos gostos e novas tendências, novos sentidos estéticos  na paisagem e nos homens. Com D. Fernando, Sintra iniciou mais um período áureo da sua História e transformou-se, definitivamente, num verdadeiro santuário romântico e destino turístico privilegiado.

Por tudo isto, acrescido dos bons ares, da hospitalidade das gentes, das praias saudáveis do Atlântico e de uma cultura viva e constante, Sintra ainda é, como a considerou Robert Southey nos finais do século XVIII, «o mais abençoado lugar de todo o globo habitável»."  

 







Heráldica de Sintra"A acção guerreira que, nestas paragens, predominou desde tempos remotos até à reconquista cristã por Dom Afonso Henriques, é representada pelo vermelho do campo do escudo das armas, significando o vermelho, em heráldica, vitórias, ardis e guerras.

Quanto ao castelo, é representado por uma torre torreada por ter sido uma fortificação militar que teve acções guerreiras na sua história.

O valor que teve a tomada de Sintra, tão próxima de Lisboa, possibilitando o desenvolvimento do grande poder que tinha Dom Afonso Henriques para a fundação da nacionalidade, é representado no ouro da torre torreada, significando o ouro, em heráldica, fé e poder.

A conquista de Sintra e do seu castelo, por Dom Afonso Henriques, está representada pelas quinas antigas de Portugal, que carregam a torre superior.

Quanto aos antigos senhores da vila, os mouros, que Dom Afonso Henriques venceu, estão representados pelos crescentes e pelas estrelas de prata que os encima e que acompanham a torre torreada.

O admirável panorama que, da serra de Sinta, se avista, é representado pelo azul indicado para iluminar e abrir a torre torreada, visto que o azul, em heráldica, corresponde ao ar.

A terra, e portanto o solo que a natureza embelezou e enriqueceu com o frondoso arvoredo e as cristalinas águas, é representada pelo negro dos penhascos em que assenta a torre. Em heráldica o negro corresponde à terra e significa honestidade.

A fantástica serra é figurada no monte de penhascos."  

 
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* referência da wikipédia
** referencia obtida no website da empresa Monte da Lua
*** referencia obtida no website Viajar Clix
***+ referencia obtida no website da Câmara Municipal de Torres Vedras
***++ referencia obtida no website de Carlos Pinheiro
***+++ referencia obtida no website da Câmara Municipal de Sintra
 
 
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